GritosemGotas
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Carnaval - eu fico triste quando chega o Carnaval
Lembranças. Minha vida está toda diferente. Mas ainda lembro. O Carnaval nunca mais vai ser a mesma coisa. Enfim. Esse ano vai ser diferente, né?
domingo, 4 de janeiro de 2015
E esse ano...
Vai ser diferente. Vou seguir minha vida, vou passar por cima das saudades e fazer minha história. E que seja feliz. E alegre. Vamos lá. Ótimo 2015 pra todos nós.
sábado, 20 de dezembro de 2014
E lembrei....
Lembrei do Zé. De como eu gostava de dormir agarrada nele. Deu saudade. Lembrei e senti vontade. Enfim...
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Mais um desabafo
E está chegando o Natal, Ano Novo, passou meu aniversário, o que seria o nosso quarto aniversário.... E ainda lembro. Tem dias em que é mais fácil. Mas ainda tenho dias difíceis. Só trabalhar e dormir não alivia. De repente, é uma música que lembra. Tem músicas que sempre serão nossas. Cada vez que no carro toca Lynyrd Skynyrd, lembro do nosso despertador. Nos dois celulares. Lembro das nossas férias juntos. Lembro de programar tudo em função do Dani. Eu gostava. De verdade. Sentia como se fosse minha família. Enfim. Errei, né? Não era minha.
Ainda sinto vontade de te contar coisas. To dirigindo bem. Até lavando o carro eu tô. rs E to cheia de novidades. Vivendo através de meus amigos. A Nine tá grávida. 2015 é o ano dela e do Maico, O bebê nasce, eles estão comprando um apto e vão casar. Esse foi o ano da Carol e do Celso. Casaram, e, adivinha onde foram passar a lua de mel? Na Itália. É... Não foi na Toscana, mas foi pra terrinha.
Mas não sinto inveja deles. Sinto uma tristeza quando penso que era pra gente estar tendo a Cecília, quando era pra gente estar indo pra Toscana, realizando nossos (ou quem sabe meus) sonhos. Mas fico muito feliz por eles. E penso em mim. Assim como tô fazendo meu caminho sozinha, comprei meu carro, consegui mais um emprego, to batalhando, quando consigo ainda faço alguns freelas de pp, eu vou começar a traçar metas. Esse ano foi baixar o colesterol e o peso. No próximo ano tinha pensado em aprender a tocar algum instrumento. Quem sabe pro próximo eu não planeje minha ida pra Itália? Sozinha? Pq não? Tenho que seguir a minha vida, né. Não dá pra continuar parada muito tempo mais.
Enfim, Espero que tu estejas bem. Feliz. Conseguindo fazer tudo o que tu quer.
Eu sigo.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Gritando um pouquinho
Eu tava precisando. Pensei em te mandar e-mail. Pensei em escrever no face. Pensei em te mandar Whatsapp. E pensei mais um pouco e achei que o melhor a fazer é escrever aqui. Mesmo que tu não leia. Mesmo que tu nunca saiba. Mas, eu precisava te dizer.
Precisava te dizer: viu, eu fui sozinha até o aeroporto em POA, peguei o avião até Congonhas, peguei um taxi e encontrei o apto da Angie sozinha. Passei por SP sozinha. Não me perdi. Não fiz merda nenhuma. Deu tudo certo e me diverti. Ah! Montei um armário sozinha também. Levei duas horas, mas montei. Peguei taxi, avião tudo de novo, sozinha. E sobrevivi.
Me senti insegura. Fiquei com medo de me perder. Fiquei com medo de não conseguir montar o móvel. Mas, meti a cara e fui. Tô me sentindo corajosa. E fiquei orgulhosa de mim.
Várias coisas que (hj acho que tu usava a teu favor) tu dizia que não gostava, que queria que eu vencesse, venci. Ando sozinha por tudo. Faço minhas escolhas. Dirijo. Canto. Ando. Por mim. Sem precisar que ninguém mande que eu faça.
Então, te agradeço por ter me ajudado a crescer. Vejo dessa forma, tudo o que aconteceu.
Sábado vais tocar aqui em SL. Do lado. Pensei em aparecer. Mas pensei em tudo o que podia acontecer. E desisti. Tô de férias, mas fico em casa sem fazer nada então. Melhor evitar.
Como me disseram, se eu ainda me preocupo com o que tu pensa, é pq ainda sinto alguma coisa. Então, melhor manter a distância.
Precisava te dizer: viu, eu fui sozinha até o aeroporto em POA, peguei o avião até Congonhas, peguei um taxi e encontrei o apto da Angie sozinha. Passei por SP sozinha. Não me perdi. Não fiz merda nenhuma. Deu tudo certo e me diverti. Ah! Montei um armário sozinha também. Levei duas horas, mas montei. Peguei taxi, avião tudo de novo, sozinha. E sobrevivi.
Me senti insegura. Fiquei com medo de me perder. Fiquei com medo de não conseguir montar o móvel. Mas, meti a cara e fui. Tô me sentindo corajosa. E fiquei orgulhosa de mim.
Várias coisas que (hj acho que tu usava a teu favor) tu dizia que não gostava, que queria que eu vencesse, venci. Ando sozinha por tudo. Faço minhas escolhas. Dirijo. Canto. Ando. Por mim. Sem precisar que ninguém mande que eu faça.
Então, te agradeço por ter me ajudado a crescer. Vejo dessa forma, tudo o que aconteceu.
Sábado vais tocar aqui em SL. Do lado. Pensei em aparecer. Mas pensei em tudo o que podia acontecer. E desisti. Tô de férias, mas fico em casa sem fazer nada então. Melhor evitar.
Como me disseram, se eu ainda me preocupo com o que tu pensa, é pq ainda sinto alguma coisa. Então, melhor manter a distância.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Mais uma carta de despedida. Ou desabafo.
Ando lembrando de muitas coisas. Coisas que não deveria lembrar. Tanto boas, ótimas, quanto ruins. Lembra aquele camping que ficamos em Garopaba? Pois é. Meus pais foram viajar pra lá. Ficaram num hotel, mas passearam por onde nós passeamos.
Lembra aquelas prainhas à esquerda do camping? Onde encontramos os siris? Um monte deles?
E lembro que tu chegou a ficar com as coxas assadas de caminhar de bermuda. rs
Eles foram lá. Caminharam, comeram pastel de siri. Se divertiram. Assim como nós nos divertimos.
Essa é uma das lembranças boas que tive. E tento deixar elas apenas como lembranças. Sem alimentá-las.
Tenho conversado e ido na casa do teu irmão. Ele e tua cunhada são meus amigos. Tenho eles como meus amigos. Como sempre tive. E gosto da cia deles. Até aqui em casa já vieram! E foi bem bom. Sei que as coisas não estão muito boas entre vocês. Fico triste com isso, mas, é entre vocês. Eu tinha um irmão. Tínhamos nossos desentendimentos, mas, nunca deixamos de nos falar. Nos amávamos. Sinto falta.
Sabe, ontem vi um filme com meus pais, Flight. Lembrei muito de ti. O cara era um baita piloto, porém, alcoólatra. Tipo tu, um baita guitarrista, músico, um cara lindo, gostoso e legal. Quando não bebe. Ele só percebeu e aceitou que era uma doença quando foi pra cadeia por trabalhar bêbado como piloto de um avião que caiu. Apesar de ter sido extraordinário conseguindo aterrizar o avião, 6 pessoas morreram e, não importa o que digam, ele tava bêbado.
Lembrei mais ainda quando ele, pra curar a ressaca, sair do porre, cheirou. Cara, tu não faz idéia do quanto isso dói. Ele encontra uma menina, usuária de heroína, que está parando, vai no AA, e oferece uma baita vida pra ele. Mas, ele joga tudo fora, prefere continuar bebendo.
Isso é o tipo de coisa que me deixa triste, sim. Mas me faz aceitar que nunca daria certo. Que tu nunca sairia dessa vida. E que eu nunca conseguiria ser feliz contigo.
Dói. Dá saudade. Ainda lembro do cheiro, do gosto, do colo quente. Ainda não consigo deixar ninguém se aproximar. Mas não é guardando lugar pra ti, não. Sinto cada vez mais que vou ficar sozinha. Por medo, mesmo. Se duas vezes não deu certo, por que tentar mais? Fico sozinha, sem criar expectativas. (tu sempre me xingou por eu ser conformista assim)
Espero que tu esteja feliz. Que esteja tendo a vida que tu quis. Que esteja te divertindo. Fazendo tudo o que tu quer, sem ninguém te incomodar. Que esteja tocando bastante. E que isso te traga coisas boas. Que esteja te divertindo o suficiente. E que esteja satisfeito com as escolhas que fizestes.
É mais uma carta de despedida. Que tu nunca vai ler. Pra que mandar mensagem? Pra que avisar? Pra que mexer na ferida? A única a se machucar, serei eu. Então, grito aqui, em gotas, o som não se propaga na água, certo?
Lembra aquelas prainhas à esquerda do camping? Onde encontramos os siris? Um monte deles?
E lembro que tu chegou a ficar com as coxas assadas de caminhar de bermuda. rs
Eles foram lá. Caminharam, comeram pastel de siri. Se divertiram. Assim como nós nos divertimos.
Essa é uma das lembranças boas que tive. E tento deixar elas apenas como lembranças. Sem alimentá-las.
Tenho conversado e ido na casa do teu irmão. Ele e tua cunhada são meus amigos. Tenho eles como meus amigos. Como sempre tive. E gosto da cia deles. Até aqui em casa já vieram! E foi bem bom. Sei que as coisas não estão muito boas entre vocês. Fico triste com isso, mas, é entre vocês. Eu tinha um irmão. Tínhamos nossos desentendimentos, mas, nunca deixamos de nos falar. Nos amávamos. Sinto falta.
Sabe, ontem vi um filme com meus pais, Flight. Lembrei muito de ti. O cara era um baita piloto, porém, alcoólatra. Tipo tu, um baita guitarrista, músico, um cara lindo, gostoso e legal. Quando não bebe. Ele só percebeu e aceitou que era uma doença quando foi pra cadeia por trabalhar bêbado como piloto de um avião que caiu. Apesar de ter sido extraordinário conseguindo aterrizar o avião, 6 pessoas morreram e, não importa o que digam, ele tava bêbado.
Lembrei mais ainda quando ele, pra curar a ressaca, sair do porre, cheirou. Cara, tu não faz idéia do quanto isso dói. Ele encontra uma menina, usuária de heroína, que está parando, vai no AA, e oferece uma baita vida pra ele. Mas, ele joga tudo fora, prefere continuar bebendo.
Isso é o tipo de coisa que me deixa triste, sim. Mas me faz aceitar que nunca daria certo. Que tu nunca sairia dessa vida. E que eu nunca conseguiria ser feliz contigo.
Dói. Dá saudade. Ainda lembro do cheiro, do gosto, do colo quente. Ainda não consigo deixar ninguém se aproximar. Mas não é guardando lugar pra ti, não. Sinto cada vez mais que vou ficar sozinha. Por medo, mesmo. Se duas vezes não deu certo, por que tentar mais? Fico sozinha, sem criar expectativas. (tu sempre me xingou por eu ser conformista assim)
Espero que tu esteja feliz. Que esteja tendo a vida que tu quis. Que esteja te divertindo. Fazendo tudo o que tu quer, sem ninguém te incomodar. Que esteja tocando bastante. E que isso te traga coisas boas. Que esteja te divertindo o suficiente. E que esteja satisfeito com as escolhas que fizestes.
É mais uma carta de despedida. Que tu nunca vai ler. Pra que mandar mensagem? Pra que avisar? Pra que mexer na ferida? A única a se machucar, serei eu. Então, grito aqui, em gotas, o som não se propaga na água, certo?
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